30 de abr. de 2009

Feels Like home!



Alguma coisa nos seus olhos faz com que eu queira me perder
Faz com que eu queira me perder em seus braços
Tem alguma coisa na sua voz que faz meu coração disparar
Espero que este sentimento dure pelo resto da minha vida

Se você soubesse como minha vida tem sido solitária
E há quanto tempo estou tão sozinha
Se você soubesse o quanto eu queria que alguem viesse
e mudasse minha vida do jeito que você fez

E eu me sinto em casa, eu me sinto em casa
Parece que eu voltei todo o caminho de onde eu vim
E eu me sinto em casa, eu me sinto em casa
Parece que estou de volta para onde pertenço

Uma janela quebra na rua escura
e uma sirene toca na noite
Mas estou bem, porque tenho você aqui comigo
E quase posso ver que há uma luz em meio à escuridão

Bem, se você soubesse o quanto este momento significa para mim
E quanto tempo esperei pelo seu toque
E se você soubesse o como está me fazendo feliz
Nunca pensei que amaria alguem tanto assim

Parece que eu voltei todo o caminho de onde eu vim
E eu me sinto em casa, eu me sinto em casa
Parece que estou de volta para onde pertenço

Without You I'm Nothing



Estranha paixão parece encantar a maré de noite
Eu levarei isso ao seu lado
Tal imaginação parece ajudar os sentimentos deslizados
Eu levarei isso ao seu lado
Correlação imediata bombeia e gera um pacote de mentiras
Eu levarei isso ao seu lado
Saturação extra enrola a pele e bronzeia a pele
Eu levarei isso ao seu lado

Tick Tock
Tick Tock
Tick Tock
Tick Tick
Tick
Tick
Tick Tock
Tick

Eu sou um sujo, um libertino
E toda vez que você desabafa sua melancolia
Eu pareço perder o poder da fala
Você está deslizando lentamente de meu alcance
Você me cultiva como uma sempre-viva
Você nunca viu meu lado solitário.

Eu
Pegue o plano, gire lateralmente
Eu
Caio
Sem você eu não sou nada
Sem você eu não sou nada
Sem você eu não sou nada
Pegue o plano, gire lateralmente
Sem você eu não sou nada.

Fotolog

www.fotolog.com/mahdesign
www.fotolog.com/mahdesign

28 de abr. de 2009

Música pra "Ti"!


Então hoje eu escrevi uma canção para você
porque um dia pode ser muito comprido
e sei que é difícil passar por ele
quando diz que há algo de errado

Então eu tento deixar tudo certo
Porque quero te amar com meu coração
e tudo isso me fez desnortear
e nem sei por onde começar

Faça disso um começo
Porque sabemos que é um simples jogo
que você joga enchendo sua cabeça com a chuva
e você sabe que está se escondendo de sua dor
Do modo, do modo em que diz seu nome

E te vejo
escondendo sua face nas mãos
Voando para não pousar
pensando que ninguém entenderá
ninguém entende
então, você curva os ombros e balança a cabeça
e sua garganta dói, mas você jura
ninguém te machuca, nada poderia ser triste
de qualquer maneira, você nem está aqui para se importar

E você está tão cansado que nem consegue dormir
enquanto seu coração tenta se curar
Você disfarça mas pensa que pode
desaparecer antes que acabe


Você não consegue encontrar
forças para ao menos tentar
encontrar uma voz que fale em sua mente
quando o faz, tudo o que quer é chorar

Bem, talvez devesse chorar

e vejo você escondendo sua face nas mãos
falando sobre terras distantes
você pensa que ninguém entende
escute minhas mãos

e toda essa vida
se move em sua volta
por tudo aquilo que quer
você permanece imóvel
você também está se movendo
eu vou mover você.

Essa música é pra Ti !

Dorme, meu amor

Dorme, meu amor, que o mundo já viu morrer mais este dia e eu estou aqui, de guarda aos pesadelos.

Fecha os olhos agora e sossega — o pior já passou há muito tempo; e o vento amaciou; e a minha mão desvia os passos do medo.

Dorme, meu amor — a morte está deitada sob o lençol da terra onde nasceste e pode levantar-se como um pássaro assim que adormeceres.

Mas nada temas: as suas asas de sombra não hão-de derrubar-me — eu já morri muitas vezes e é ainda da vida que tenho mais medo.

Fecha os olhos agora e sossega — a porta está trancada; e os fantasmas
da casa que o jardim devorou andam perdidos nas brumas que lancei ao caminho.

Por isso, dorme, meu amor, larga a tristeza à porta do meu corpo e nada temas: eu já ouvi o silêncio, já vi a escuridão, já olhei a morte debruçada nos espelhos e estou aqui, de guarda aos pesadelos — a noite é um poema que conheço de cor e vou cantar-to até adormeceres.

Maria do Rosário Pedreira

22 de abr. de 2009

Walking Around

Acontece que me canso de meus pés e de minhas unhas,
do meu cabelo e até da minha sombra.
Acontece que me canso de ser homem.

Todavia, seria delicioso
assustar um notário com um lírio cortado
ou matar uma freira com um soco na orelha.
Seria belo
ir pelas ruas com uma faca verde
e aos gritos até morrer de frio.

Passeio calmamente, com olhos, com sapatos,
com fúria e esquecimento,
passo, atravesso escritórios e lojas ortopédicas,
e pátios onde há roupa pendurada num arame:
cuecas, toalhas e camisas que choram
lentas lágrimas sórdidas.

Desespero

No peito uma dor que entope a fala e que a pede.
Uma dor inexplicável e insolúvel que brota águas e uivos lancinantes e não pára e nada pára.
A dor dos desastres recorrentes.
A dor que já não sei se é de ti, se de mim, se de tudo ou de tanto nada.
A dor que quero curar e nada cura.
Como queria quem me ensinasse o mundo.

19 de abr. de 2009

São os meus.


Eles escolherão juntos o papel de parede da sala.
Escolherão juntos os imãs de geladeira.

Um dia, ele vai pedir ela em casamento, com direito a surpresa, anel e pedido clichê: -Quer casar comigo?

Ela poderá escolher vestido, flores, lembrancinhas, convites, convidados, igreja...

Poderé sair espalhando pra todo mundo como ela esta boba!

Ela vai fazer chá de panela, convidar as amigas e falar sobre coisas do tipo: - Ah ele me irrita qndo não coloca a tampa na pasta de dente.

No dia do casamento, ela vai encontrar uma flor ao lado do travesseiro dizendo: -Não vejo a hora de me casar com você.

Ele vai estar feliz, ela tbm.

Sairão juntos para uma nova vida, cheia de descobertas, medos e receios, mas estarem juntos e serem doidos um pelo outro vai fazer valer a pena correr todos os riscos.

Depois disso, um dia, ela dirá a ele: -Eu estou grávida!
Ele vai sorrir e abraçá-la demorado e dizer que está muito feliz!

São sonhos.
São os meus.

16 de abr. de 2009

Mini Jardim

Meu jardinzinho!
Como cresceram!


Bonequinha!

Bonequinha ao lado do Digrão! hehehe

15 de abr. de 2009

Bolo de Chocolate


Q delíciaa!
Quer um pedaço?

11 de abr. de 2009

E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti.
Minha solidão não tem nada a ver com a presença ou ausência de pessoas… Detesto quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia…
Quem luta com monstros deve velar por que, ao fazê-lo, não se transforme também em monstro. E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti.
É pelas próprias virtudes que se é mais bem castigado.

7 de abr. de 2009

Desenho n° 2

Então, isso ta virando, no mínimo, uma terapia. =)

Páscoa

Páscoa da Maria Júlia que dinda aqui está preparando.
Ela vai poder achar a cestinha seguindo ss pegadas to coelinho! :)

Desejo de Consumo - Melissa

Tããããão lindas!
Quero!
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6 de abr. de 2009

Desenho n° 1.

Bem q eu gostaria de ter o dom!
Mas acho que não vai ser nessa vida hehehe

Amy

Essa é a minha Amy.
Minha companheira, mimosa, querida e leal Amy.
Ta sempre junto, gosta de ficar pertinho.
Eu estava desenhando e ela ali, tomando água do meu potinho de aquarela hehe
Bem maluquinha!
bjss

No Mundo da Lua



Eu não sei andar
Sozinha
Vivo assim levando a minha dor
Seja onde for
Vou pra qualquer canto com você
Gosto tanto desse seu jeitinho de viver
No mundo da lua

Não sei bem certo onde eu vou
Pode não dar pé
Posso me perder por aí
Eu tenho medo de tudo
Não gosto de bicho, do mato
De andar sem sapato
Mas tô indo lá
Mesmo assim eu vou

Eu não sei andar
Sozinha
Vivo a me arriscar
Quero meu lugar
Quero tanto te dizer que eu vou
Vou pra qualquer canto com você
Gosto tanto desse seu jeitinho de viver
No mundo da lua

Eu não sei andar
Sozinho
Vivo a me arriscar
Quero meu lugar
Quero tanto te dizer que eu vou

5 de abr. de 2009

Definitivo

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado
e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana,
que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...

Carlos Drummond de Andrade

Vai Passar...

" Vai passar, tu sabes que vai passar.

Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe?

O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'.

Pois esse impulso ás vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer

e,

de repente,

no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como

'estou contente outra vez'

Sempre Caio.

O irremediável

Mas se eu tivesse ficado, teria sido diferente?

Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais — por que ir em frente?

Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia — qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê.

Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido.

Caio.

2 de abr. de 2009

Paciência

I Still Haven't Found What I'm Looking For



Eu escalei as montanhas mais altas
Eu corri através dos campos
Só para estar com você

Eu corri, eu rastejei
Eu escalei os muros da cidade
Estes muros da cidade
Só para estar com você

Mas eu ainda não encontrei
O que estou procurando

Eu beijei lábios de mel
Senti a cura na ponta dos dedos dela
Queimou como fogo
Esse desejo ardente

Eu falei com a língua dos anjos
Eu segurei a mão do demônio
Estava quente à noite
Eu estava frio como uma pedra..

Mas eu ainda não encontrei
O que estou procurando

Eu acredito na vinda do Reino
Então todas as cores
Irão filtrar-se em apenas uma
Mas sim, eu ainda estou correndo

Você quebrou os laços, soltou as correntes
Você carregou a cruz
E a minha vergonha
Você sabe que eu acredito nisso

Mas eu ainda não encontrei
O que estou procurando