No peito uma dor que entope a fala e que a pede.
Uma dor inexplicável e insolúvel que brota águas e uivos lancinantes e não pára e nada pára.
A dor dos desastres recorrentes.
A dor que já não sei se é de ti, se de mim, se de tudo ou de tanto nada.
A dor que quero curar e nada cura.
Como queria quem me ensinasse o mundo.
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