13 de fev. de 2011

Na inconsciência bruta do meu desejo Fremente, a minha boca obedecia,
E os seus seios, tão rígidos mordia, Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.

Em suspiros de gozos infinitos Disse-me ela, ainda quase em grito:
– Mais abaixo, meu bem! – num frenesi.

No seu ventre pousei a minha boca,
– Mais abaixo, meu bem! – disse ela, louca,
Moralistas, perdoai! Obedeci...

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